Quote (gumamon @ Jun 7 2011 09:08pm)
snarf
ai que ta o problema, boa parte dessa massa de religiosos não entende isso, e querem sim dar uma de jesuíta.
A massa possui identidade, não possui é inteligência... por isso é facilmente manipulada. Para alguns, a crença em Deus/Alá/Buda/whatever chega a ser algo doentio, querendo converter todos que veem pela frente (exemplo alguns vídeos/comentários dos mesmos no youtube)
E, tenho quase certeza, que todo esse idealismo doentio, é de uma classe social mais baixa. Afinal, além de não ter argumentos o suficiente, eles se recusam a aceitar algo que seja diferente do seu padrão de idealismo
Mas claro, que existem também os religiosos "normais" (tenho amigos assim), aqueles que simplesmente aceitam o fato de você ser ateu e não te pentelhar, querendo te levar para igrejas e o caralho a 4.
se essa massa tivesse o MÍNIMO de inteligência mesmo, apenas escutar o que os outros dizem... acho que as coisas seriam tão mais fáceis...
Guma, quando você chegar na minha idade você vai entender uma coisa:
"tem quem bata e quem goste de apanhar"
Só escuta quem quer.
Por outro lado, eu conheço casos de nego que era alcoólatra ou viciado e virou crente e parou com estes hábitos nocivos, então trocar uma obsessão péssima por outra mais sadia não é tão ruim assim. Veja que é melhor que o cara deixe 10% do salário dele na Igreja do que gaste 100% do salário com crack. Existem muitas pessoas que precisam de um objetivo de vida e na Idade Média era muito fácil, já que Deus e o Rei ordenava o que devia ser feito. Hoje, o povo é órfão, se nem na religião eles puderem traçar uma vida, um rumo, não vai ser a Nike, Adidas ou a Lamborguini que vai orientar ninguém dentro desta sociedade do consumo.
Se a religião servir de apoio moral para o cidadão e providenciar a ele uma vida serena dentro da sociedade, que o seja.
Para aqueles que não sabem "amém" quer dizer "que seja"